Central de Formiga consegue manter a assistência aos Pobres durante a pandemia

Ao passo que sobraram incertezas e medos gerados pela pandemia do novo Coronavírus, não faltaram empatia e amor ao próximo da área do Conselho Central de Formiga. O principal temor do presidente, confrade Jonas Wenceslau de Souza, era que faltassem alimentos às famílias assistidas, o que não ocorreu.

Na série ‘Consellho Central em tempo de pandemia’, uma publicação semanal do Conselho Metropolitano de Formiga, confrade Jonas descreve como os vicentinos da área dele têm revertido as dificuldades em aprendizados.

Ele é membro da Conferência Nossa Senhora do Rosário.

 

CM FORMIGA – Quais eram os seus planos enquanto presidente de CC que precisaram ser adiados por causa da pandemia?

Confrade Jonas – Gostaria de ter atraído mais a juventude para a SSVP, mas infelizmente não foi possível realizar nenhum evento com esse objetivo.

 

CM FORMIGA – Quais têm sido os desafios impostos pela Covid-19 no campo da atuação vicentina na área do seu Conselho Central?

Confrade Jonas – Infelizmente nossos confrades se dispersaram, pois, a maioria é do grupo de risco. Mesmo assim, conseguimos manter nossos socorridos, com apoio espiritual e de alimentos e remédios.

 

CM FORMIGA – Como será o pós-pandemia na sua área?

Confrade Jonas – Teremos que reagrupar, juntar os cacos e seguir na nossa nobre missão de apoiar os mais necessitados.

 

CM FORMIGA – Sem dúvidas, 2020 tem sido um ano muito difícil. Dá para se extrair algum aprendizado dele?

Confrade Jonas – Acho que este ano marcará para sempre a memória de todos nós; ficou a certeza que somos pequeninos diante do universo e nossa vida é minúscula perto da eternidade, portanto, que não percamos mais tempo com mágoas, rancores, ressentimentos e ódio.

 

CM FORMIGA – Com a recessão imposta pela pandemia, a expectativa é que a pobreza aumente. Qual é o principal desafio dos vicentinos daqui para frente?

Confrade Jonas – Confio muito na bondade do povo; tivemos prova disso agora mesmo, pois, confesso que tive receio de faltar alimento para distribuirmos aos nossos irmãos socorridos, mas pelo contrário, tivemos muitas doações e, entre elas, muitas anônimas. Não nos faltou apoio e tenho certeza de que sairemos desta inteiros e renovados. Teremos que trabalhar mais para cumprirmos o nosso dever vicentino; não podemos admitir um irmão com fome dentro da nossa área de ação. 

 

Fonte: Redação do CM Formiga