Vicentinos de Lagoa da Prata unem prevenção e publicidade à SSVP

Desde o início da pandemia, a utilização de máscaras se tornou um item obrigatório. O brasileiro, como sempre muito criativo, tratou logo de personalizar este acessório. Há máscaras coloridas, de modelos variados, estampadas e, inclusive, vicentinas.

Na área do Conselho Central de Lagoa da Prata, que integra o Conselho Metropolitano de Formiga, a máscara com a bandeira da Sociedade de São Vicente de Paulo (SSVP) São Vicente de Paulo virou moda entre os associados.

A consócia Marisa de Castro Xavier, membro da Conferência Divino Espírito Santo, viu que uma Unidade Vicentina de Belo Horizonte estava produzindo máscaras personalizadas. Tratou logo de encomendá-las para ela e demais membros do Central que quisessem.

Foi um sucesso. Das 80 adquiridas, praticamente todas estão vendidas. “Eu tenho máscara com vários tipos de estampa e fazia questão de ter uma da SSVP, esta instituição que eu amo tanto e mudou a minha vida para muito melhor, ensinando-me a trabalhar por aqueles que nada têm”, descreve Marisa.

Ela conta que, por onde vai com a máscara da SSVP, as pessoas identificam que se trata de uma vicentina, o que a enche de orgulho.

A máscara é vendida por R$5. O mesmo preço de custo. “Eu jamais teria lucro em cima da ‘Sociedade’”, pondera Marisa.

 

Fonte: Redação do CM Formiga

 

Fonte: Redação do CM Formiga